quarta-feira, 23 de junho de 2021



23 DE JUNHO DE 2021
INFORME ESPECIAL

Artes

É sábado, a partir das 16h, o lançamento do catálogo do acervo do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS). Tudo com absoluto respeito às normas de distanciamento social. Foram cadastradas 1.813 obras de 921 artistas. Além da edição impressa trilíngue de 304 páginas (português, espanhol e inglês), tem também uma versão online gratuita (www.acervomacrs.com).

O trabalho foi desenvolvido pela equipe de pesquisa da gestora e produtora cultural Vera Pellin, sob a orientação da pesquisadora e curadora do projeto, Maria Amélia Bulhões.

Para o diretor do MACRS, André Venzon, a "publicação é um forte indício da consistência desse caminho do museu, de resgate da biografia desses artistas, doadores, gestores, servidores, estagiários e colaboradores que construíram essa história, do seu início até hoje, para as novas gerações".

A fúria de Bolsonaro

Quando um presidente demonstra tanto desconforto diante de uma pergunta pertinente, a resposta foi dada. Faz todo o sentido, diante do quadro atual, questionar a figura pública mais poderosa do Brasil sobre o uso da máscara. A violência da reação só comprova essa verdade.

Justiça seja feita, Jair Bolsonaro não foi o primeiro e não será o último a desejar que os questionadores em geral calem a boca.

Ouso afirmar que todos os políticos que ocupam cargos de destaque, pelo menos uma vez na vida, desejaram o mesmo. Sejam eles de esquerda, de centro ou de direita. A diferença é o que fazem com esse sentimento.

Bolsonaro explode, xinga, polariza. E, ao fazer isso, só mostra que as perguntas devem continuar, porque a fúria do presidente é uma resposta honesta, esclarecedora e definitiva. Uma resposta sem máscara.

TULIO MILMAN

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