quarta-feira, 20 de maio de 2026

{"id":"6a0dbd8b534b6","title":"RS precisa ampliar negócios com a Índia, diz Câmara de Comércio Índia-Brasil","description":"Em 2025, o Estado movimentou US$ 543,1 milhões na relação com o país asiático, o que resultou em superávit de US$ 107,7 milhões","summary":"Em 2025, o Estado movimentou US$ 543,1 milhões na relação com o país asiático, o que resultou em superávit de US$ 107,7 milhões","url":"https://www.jornaldocomercio.com/economia/2026/05/1249289-rs-precisa-ampliar-negocios-com-a-india-diz-camara-de-comercio-india-brasil.html","dateCreated":"2026-05-20T14:23:00.000Z","dateUpdated":"2026-05-20T14:23:00.000Z","comments":"","author":"Cláudio Isaías","image":{},"categories":["Relações Internacionais"],"source":{},"enclosures":[],"rssFields":{"guid":"6a0dbd8b534b6","pubdate":"Wed, 20 May 2026 11:23:00 -0300","category":"Relações Internacionais","site":"Economia","title":"RS precisa ampliar negócios com a Índia, diz Câmara de Comércio Índia-Brasil","author":"isaiasc@jcrs.com.br (Cláudio Isaías)","link":"https://www.jornaldocomercio.com/economia/2026/05/1249289-rs-precisa-ampliar-negocios-com-a-india-diz-camara-de-comercio-india-brasil.html","description":"Em 2025, o Estado movimentou US$ 543,1 milhões na relação com o país asiático, o que resultou em superávit de US$ 107,7 milhões"},"date":"2026-05-20T14:23:00.000Z"}
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Renan garante votação de projeto sobre dívidas rurais nesta quarta no Senado

Renan Calheiros deve bancar versão final do PL 5.122, a despeito da contestação do governo

Renan Calheiros deve bancar versão final do PL 5.122, a despeito da contestação do governo

Fernando Rossato/Arquivo Pessoal/JC

Claudio Medaglia
Claudio MedagliaRepórterA votação do PL 5.122/2023, que cria um amplo programa de renegociação de dívidas rurais, ficou para esta quarta-feira (20) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O relator da proposta, senador Renan Calheiros, se comprometeu a colocar o texto como primeiro item da pauta.
A apreciação estava prevista para esta terça-feira, mas acabou adiada após a comissão receber o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para discutir política monetária. A audiência se estendeu por mais de cinco horas e consumiu praticamente toda a sessão do colegiado.
Apesar da postergação, a expectativa em Brasília é de que o projeto avance tanto na CAE quanto no plenário do Senado. Segundo interlocutores envolvidos nas negociações, Renan deve sustentar a última versão do parecer, já ajustada com a inclusão de adendos apresentados por senadores ao longo da tramitação.
O movimento ocorre mesmo diante da tentativa do Ministério da Fazenda de frear o avanço da proposta. Em nota técnica enviada ao relator e revelada pelo Estadão/Broadcast, a equipe econômica estimou impacto potencial de R$ 817 bilhões em 13 anos caso o texto seja implementado nos moldes atuais. Para 2027, a projeção do governo aponta custo de R$ 150 bilhões.
A Fazenda também alertou para possíveis efeitos estruturais sobre o crédito rural e o Plano Safra, sobretudo devido ao custo de equalização das taxas de juros previstas no projeto.
Integrantes da articulação do PL, porém, contestam os cálculos do governo. Documentos distribuídos a parlamentares argumentam que a equipe econômica trabalha com um cenário máximo, considerando praticamente toda a carteira de crédito ligada ao agronegócio. Segundo os defensores da proposta, o universo efetivamente “estressado” estaria próximo de R$ 170 bilhões, o que reduziria significativamente o impacto fiscal estimado.
O texto em discussão autoriza a renegociação de dívidas rurais contratadas até 31 de dezembro de 2025, incluindo operações de crédito rural, empréstimos usados para liquidar financiamentos agropecuários e Cédulas de Produto Rural (CPRs). A proposta prevê prazo de dez anos para pagamento, com três anos de carência e juros subsidiados.
A tendência, segundo fontes envolvidas na tramitação, é de que o Senado aprove uma versão considerada de consenso político. Depois disso, o projeto retornaria à Câmara dos Deputados apenas para confirmação das mudanças promovidas pelos senadores, permitindo o envio do texto à sanção presidencial ainda antes do lançamento do próximo Plano Safra.

 Operadoras e CEEE seguem sob pressão para regularizar redes de fiação em Porto Alegre

MP/RS afirma que tema é objeto de inquérito civil em tramitação

MP/RS afirma que tema é objeto de inquérito civil em tramitação

THAYNÁ WEISSBACH/JC

Joaquim Porto
Joaquim PortoUm dos grandes problemas de Porto Alegre se trata das bases estruturais de fiações, e a grande poluição visual que as trazem, além de representarem grandes riscos à segurança pública, causados pelo excesso de fios e cabos de telecomunicações instalados de forma irregular. Segundo o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP/RS), a resolução do conflito está a cargo das operadoras de telecomunicação e da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE Equatorial).
O MP/RS informou que está atuando no acompanhamento da situação e tem como finalidade contribuir para a redução desta poluição visual, o aumento da segurança da população e a melhoria da organização do espaço urbano em Porto Alegre.
Em nota, a entidade afirma que o tema é objeto de inquérito civil em tramitação e, apura a presença de cabos ociosos, rompidos ou sem identificação na rede aérea da cidade, assim como a necessidade de intervenção por parte das operadoras do serviço de telecomunicações e da concessionária de energia elétrica para organização e regularização dessa infraestrutura urbana.
Além deste procedimento, o MP/RS também atua em uma ação civil pública ajuizada pelo município de Porto Alegre contra a CEEE Equatorial e as quatro maiores operadoras de telecomunicações que atuam na Capital — Claro, Vivo, Oi e TIM.
Em fevereiro deste ano, a Justiça negou o plano de trabalho para o gerenciamento dos fios de telecomunicações apresentado pela CEEE Equatorial, ainda sob a pena de multa diária no valor de R$ 10 mil até que um novo plano fosse apresentado e validado pelo Judiciário.
Segundo a companhia, no mesmo mês, foi obtida uma reversão da decisão liminar que discutia o compartilhamento dos postes com as empresas de telecomunicação. Dessa forma, foi suspensa a decisão de primeira instância que havia recusado o plano de ação apresentado pela CEEE, e mantido a responsabilidade exclusiva da distribuidora pelo ordenamento e manutenção dos cabos.
Nesse cenário, a Equatorial ainda comunicou que, ao reformar a decisão, o desembargador Eduardo Delgado sinalizou que, “o assunto é complexo e que os outros entes do processo precisam esclarecer suas responsabilidades diante do tema, destacando a relevância de se considerar a individualização das obrigações no processo de compartilhamento dos postes”.
Em comunicado, a Conexis Brasil Digital (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal) informou que, as prestadoras de serviços de telecomunicações associadas (Claro, Vivo e Tim), seguem os padrões estabelecidos em regulamentos e normas técnicas para a instalação de fios e cabos nos postes e mantêm equipes de prontidão para manutenção permanente e atendimento de eventuais emergências.
Conforme a operadora Oi, já foi concluído as atividades de vistoria e retirada da rede metálica dos postes de Porto Alegre.

Varejo Experience dá exemplos de como inovar nas lojas e dá largada na FBV 2026

Loja Tela, no Praia de Belas, é modelo inovador para venda de marcas autorais

Loja Tela, no Praia de Belas, é modelo inovador para venda de marcas autorais

PATRÍCIA COMUNELLO/ESPECIAL/JC

Patrícia Comunello
Patrícia ComunelloQual é o melhor jeito de captar inovações para quem lida com consumidores? A resposta é entrar e sair de operações físicas, de preferência de diferentes segmentos de comércio e serviços. Esta é a lição número 1 do Varejo Experience, que teve a primeira rodada nesta terça-feira (19), num esquenta da Feira Brasileira do Varejo (FBV), que começa nesta quarta-feira (20) no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre.
Na 12ª edição, a FBV, que vai até sexta-feira (22), terá outros giros como o desta terça-feira, atraindo varejistas da Capital, do interior e outras regiões do Brasil. Os organizadores da feira, SindilojasPOA e Sebrae-RS, esperam mais de 12 mil visitantes no evento, que vai combinar palcos temáticos, com mais de 160 conferencistas, entre nomes nacionais e internacionais, soluções práticas para empreendedores, rodadas de negócios para compra e venda e exposição de marcas.
O Varejo Experience da estreia percorreu cinco estabelecimentos: Loja Tela (marcas autorais e modelo inédito no País), Casa de Alessa (mobiliário brasileiro com design), Eat Kitchen (restaurante), Farmatec (farmácia de manipulação) e Stilo Elevato (materiais de construção). "É totalmente diferente (roteiro e perfil de operações) da área em que atuo. Cada ambiente nos traz sugestões de funcionamento e de melhorias", comenta Tatiana Seger, dona da Investte Uniformes e EPIs. Sobre o efeito das visitas? "Já estou com várias ideias de mudanças", adianta Tatiana.   
"Para o varejo, é importante visitar a Tela para conhecer novos processos de criação para espaços de ativações, além de homenagear as marcas gaúchas", valoriza Tati Alves, diretora da Compassing e curadora da loja, que foi criada pelo Sebrae-RS e fica no Praia de Belas Shopping. "É um laboratório de experiências para pequenos empreendedores, que podem estar no varejo de forma segura, orientada e em um grande shopping", lista Diego Rassier, gerente de marketing do Praia. "É um jeito de a gente respirar uma novidade, já que não é uma loja tradicional", opina Márcia Galli, uma das donas da La Tienda, que atua com moda.
Na Casa de Alessa, o grupo teve uma aula entre mudança de modelo de negócio, como atuar em nicho, "Quase quebramos. Quando a gente se assusta assim, ou se fecha ou muda o negócio", contou uma das sócias, Claudete Tavares. A loja abriu em março a nova operação, na esquina da avenida Carlos Gomes com a rua Anita Garibaldi, erguida sob medida para abrigar a diversidade de peças e combinações. Claudete destacou a curadoria, buscando produtos autorais e exclusivos, destacou que show room é espaço para ter os itens mais valiosos e citou a parceria com a Livraria Paisagem, que levou publicações edições importadas sobre arte, design, moda e fotografia para dentro dos três pisos da Casa de Alessa.
Nico Ventre, um dos três irmãos que fundaram o Eat, destacou a evolução da marca, hoje com quatro unidades, três em Porto Alegre e uma, a mais recente, aberta em janeiro, em Jurerê Internacional, em Florianópolis. "A gente está aos poucos querendo aumentar o alcance, mas focado em gestão consciente e de forma estruturada", sinalizou o empreendedor, que indicou o que mais buscam: "Melhorar a qualidade de vida das pessoas, com comida de verdade, e ótimo atendimento e fomentando bons hábitos", alinhou Ventre.
"A Farmatec é uma farmácia de manipulação, mas que foca muito em inovação, tanto científica como em tecnologia, como uso da IA para tornar nosso trabalho extremamente seguro e com alta performance", descreve a fundadora, Christine Prato. Ao mostrar toda a estrutura, entre show room e retaguarda de e-commerce, logística e laboratórios, Christine apontou o desafio de gerir estoques de 5 mil insumos e onde é o lugar da Farmatec. "Personalização é o mercado da farmácia de manipulação", aposta ela.
Na Stilo Elevato, flagship da rede de varejo de materiais de construção, conhecimento de produto e aplicações e relacionamento com clientes foram ressaltados como trunfos para o grupo do Varejo Experience. A marca, com mais de 20 lojas e que acaba de comprar pontos de uma rede de Santa Catarina, une equipes especializadas em materiais e soluções e foca na abordagem e atendimento de demandas como valores. Mais de 80% dos consumidores são de profissionais, entre arquitetos, decorados e construtores.  

A Feira

> Quando: 20, 21 e 22 de maio
> Onde: Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre
> Ingressos: R$ 399,00 diário e R$ 899,00 para três dias (feira e congresso)
> Inscrições e programação: feirabrasileiradovarejo.com.br
> Atrações: Loja Tendência (aplicações de inovações e uso de tecnologias), rodadas de negócios (compradores e vendedores) e palcos Negócios, MKT e Vendas, Mão na Massa e Pequenos Gigantes.