terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Quatorze governadores de estados devem renunciar para disputar eleição

Pelo menos cinco governadores são cotados para disputar o Palácio do Planalto

Pelo menos cinco governadores são cotados para disputar o Palácio do Planalto

FABIO RODRIGUES POZZEBOM/ABR/JC
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Marcus MeneghettiMais da metade dos 27 governadores brasileiros vão deixar o cargo até abril para concorrer a algum cargo eletivo na eleição de 4 de outubro de 2026. Ao todo, 14 chefes de governos estaduais vão se desincompatibilizar até abril, conforme o prazo de seis meses antes do pleito, previsto pelo Tribunal Superior Eleitoral. Outros 12 governadores devem permanecer nos cargos até o fim dos mandatos. E um - o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) – ainda não decidiu se permanece no Executivo ou renuncia para disputar as eleições presidenciais.
Entre os 14 governadores que vão se candidatar neste ano, 12 deles consideram concorrer a senador. Essa lista inclui o governador gaúcho, Eduardo Leite (PSD), que também analisa a viabilidade de uma candidatura a presidente da República.
Pelo menos cinco governadores são cotados para disputar a presidência do Brasil. Além de Leite, outros quatro nomes são ventilados: o de Tarcísio de Freitas; o do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo); o do Paraná, Ratinho Júnior (PSD); e o de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil).
A maior incógnita até agora é Tarcísio. O governador de São Paulo tem dito que pretende concorrer à reeleição ao Palácio dos Bandeirantes. Mesmo assim, seu nome é o mais cotado para representar o campo de direita na eleição presidencial, após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Quanto aos 12 governadores que pretendem ficar no cargo até o fim do mandato, dez estão na primeira gestão e pretendem concorrer à reeleição. Apenas dois já foram reeleitos e não pretendem disputar nenhum cargo eletivo neste ano: o governador de Rondônia, Marcos Rocha (União Brasil), e o de Alagoas, Paul Dantas (MDB).
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