sábado, 30 de maio de 2026

 Jornal do Comércio amplia cobertura do agro com indicadores do NESPro/Ufrgs

Levantamento é referência para o mercado pecuário no Estado

Levantamento é referência para o mercado pecuário no Estado

Kéke Barcellos/Embrapa Pecuária Sul/Divulgação/JC
ilhe:
whatsapp sharing button
twitter sharing button
facebook sharing button
linkedin sharing button
JC
JCO Jornal do Comércio inicia nesta sexta-feira (29) a publicação dos indicadores semanais elaborados pelo Núcleo de Estudos em Sistemas de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NESPro/Ufrgs) voltados à cadeia produtiva da carne bovina. A novidade faz parte das comemorações pelos 93 anos do veículo e reforça a cobertura dedicada ao agronegócio gaúcho.
Desenvolvido pelo NESPro/Ufrgs, o levantamento é reconhecido há mais de 20 anos como uma importante referência para o mercado pecuário do Estado. Entre as informações divulgadas estão os preços do boi gordo, da vaca e do terneiro, além de análises sobre o cenário e as tendências do setor.
Pela parceria, os indicadores terão espaço permanente no Jornal do Comércio. Embora os dados continuem sendo atualizados semanalmente, sempre às quartas-feiras, a publicação passará a contar com visibilidade diária.
De acordo com o coordenador do NESPro, o médico-veterinário Júlio Barcellos, a iniciativa contribui para ampliar o alcance das informações e fortalecer a atuação do veículo na cobertura econômica e agropecuária. “O Jornal do Comércio será o veículo responsável por divulgar a referência de preços da pecuária gaúcha”, destaca.
O mercado do boi gordo não apresentou variações em relação à semana anterior. Apesar de estarmos em um período de entressafra, cenário em que normalmente os preços pagos ao pecuarista tendem a subir devido à menor oferta de animais terminados nos pastos, o mercado segue estável.
A proximidade do preenchimento da cota de exportação estipulada pela China para o Brasil mantém o setor atento, gerando incertezas quanto à possibilidade de flexibilização ou não desse volume. Esse contexto faz com que as indústrias atuem com maior cautela nas negociações.
Avalie esta notícia

Nenhum comentário: