sábado, 31 de outubro de 2015


01 de novembro de 2015 | N° 18342 
CARPINEJAR

Maturidade ou indiferença

– Você é jovem e ainda viajará bastante, conhecerá o mundo, não deve adiar os seus sonhos por ninguém. – Gosto do jeito que é, não mudaria coisa alguma em você.


– Sou contra pagar a conta, pois dividir valoriza o seu trabalho.

– Não tenha pressa de se envolver, vamos devagar, seguindo o seu ritmo. A relação é uma construção.

– Já teve quantas histórias? Afinal, se você transa bem é consequência daquilo que já viveu.

– Hoje é melhor eu ficar sozinho para aumentar a saudade.

– Pode se abrir e me contar o que quiser, não há com que se preocupar. Antes de tudo, somos amigos

– Não precisamos nos encontrar todo dia, desejo que não perca a sua independência.

– Você está certa, como sempre.

– Estou passando por uma fase de autoconhecimento e você tem sido extremamente compreensiva.

– Beba com as amigas, vá a festas, a sua felicidade vem em primeiro lugar.

– Eu entendo o que você sente, somos muito parecidos.

– Não quero que sacrifique a sua liberdade por mim.

– Ciúme é burrice, feito para quem busca mandar no outro.

– Estarei aqui quando precisar.

– Tem todo o meu apoio.

– Você é muito importante para mim, não há necessidade de nenhuma prova.

– Sexo não é tudo, há tanto numa relação para se aproveitar.

– Estava escrevendo para você quando me escreveu.

– Você não me sai do pensamento.

– Não ligo para a beleza, eu presto atenção na autenticidade das pessoas.

– Nossa, como você me aceita!, nunca encontrei um homem tão seguro, independente, maduro, compreensivo, equilibrado, calmo, esclarecido, nem um pouco possessivo, capaz de me incentivar sem nenhum egoísmo, sem nenhuma pressão.

(O que ela não sabe é que ele só é assim porque não está apaixonado.)

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